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A mostrar mensagens de Fevereiro, 2014

Sexy zumba

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Já não é uma novidade mas ainda está na moda. A boa da zumba aparece em blogs, anúncios na televisão e nos horários das atividades de, praticamente, todos os ginásios. Mas o que mais me incentivou foi, como tantas outras vezes na vida, a minha mãe. Dedicada afincamente ao pilates com o meu pai decidiu, um dia, provar uma aula de zumba. E, ainda que não tenha convencido o meu pai a zumbar, conseguiu arrastar a minha irmã, pessoa extremamente avessa a qualquer tipo de dança. Posto isto, estipulei para mim mesma que era imperativo experimentar essa tão extraordinária modalidade que tinha posto a senhora minha mãe a dançar (e a minha irmã também!).  Cheguei à entrada da “sala grande” convencida de que estava atrasada,em vez disso, deparei-me com uma aglutinação de senhoras, que mais parecia fila para ir ao cabeleireiro grátis. Ou para um autógrafo do Toni Carreira. Rapidamente me apercebi, pela composição fisica das senhoras em espera, que a zumba não seria nada parecida a uma das min…

Um novo record pessoal

Descobri, na semana passada, que a Ryanair adotou uma nova política de atribuir lugares aos passageiros. Mudou a minha vida. Fui, pela primeira vez, a primeira pessoa a embarcar. Não era a primeira da fila, mas fui a primeira a ouvir que os passageiros com as filas do meio passavam à frente. Passei, entrei, não vi ninguém. Caminhei pela “manga” sozinha, o êxtase a disparar, seria possível? Seria mesmo a primeira pessoa a embarcar, depois de tantos anos a fazer fila?  Um saco do lixo preto cortou-me emoção. Ser a primeira a embarcar tem destas coisas. A limpeza do avião ainda não está feita e as hospedeiras de bordo estão a petiscar à porta, na amena cavaqueira. Mas nada como dar os primeiros passos, avançar pelo corredor sem nada mais que as portas traseiras à frente, despir o casaco, pousar a mala sem pressas e arrumá-la sem pressões. Sentei-me a observar com desdém o ritual agitado dos demais passageiros que entraram DEPOIS de mim. Ahahahahahahahahahahaha! O embarque acabou sem qu…

Le ménage

No outro dia acordei em sobressalto. Uma mensagem do seguro informava-me de que havia sido declarado um sinistro! Depois de um breve momento de pânico e uma leve hesitação, ponderando se um sinistro espanhol seria o mesmo que um português, cheguei à conclusão de que  eu estava bem. Na cama. Com sono, vá, alguma ressaca também, porque era Domingo. E do que é que eu me fui lembrar?  Que eu não tenho um seguro.  Culpei o spam.   Afinal era culpa dos caseiros, que tinham ativado o seu seguro para enviar um senhor que resolvesses todos os meus problemas, ou quase:  o ar condicionado do quarto, cada vez que o acendo faz um barulho que parece a matança do porco; um cheiro inóspito e agreste, para não dizer palavrões, que sobe com altivez pelos canos da cozinha; e a máquina de lavar pratos, que não funcionava nem a pontapé. Se bem que eu já suspeitava que o problema era mesmo esse -  estar a tentar que ela funcionasse ao pontapé. Desta vez acertei! Esta manhã lá veio o senhor do seguro dos s…